Bem-vindo ao sítio oficial do Colégio de Santa Doroteia

 

 

Publicamos uma carta que o Banco Alimentar enviou ao nosso colégio:

"AO COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA,

O tempo difícil que vivemos obriga o Banco Alimentar a procurar respostas diferentes para um problema que infelizmente se tem vindo a agravar: há mais pedidos de ajuda alimentar. A este facto acresce a impossibilidade de fazer a campanha de recolha de alimentos em supermercados com voluntários, como seria habitual em Dezembro para garantir a segurança sanitária que se impõe e minimizar o risco de contágio de COVID 19. Só com uma solidariedade ativa e comprometida conseguiremos continuar a levar comida à mesa de quem precisa.

O COLÉGIO STA. DOROTEIA tem colaborado com as campanhas do Banco Alimentar, mobilizando os alunos e a comunidade escolar a dar tempo como voluntários.

Este ano o nosso convite é para que organizem na última semana de Novembro ou primeira de Dezembro na vossa Escola uma Campanha de recolha de alimentos que envolva toda a comunidade escolar, incentivando as famílias dos alunos a partilhar bens alimentares essenciais, à semelhança das Campanhas em supermercados: leite, azeite e óleo, açúcar, atum e salsichas, bolachas, grão e feijão, massas, cereais, arroz, farinha, ou outros não perecíveis.

 

Agradecendo desde já toda a atenção, enviamos os melhores cumprimentos.

Alimente esta ideia.
Isabel Jonet"

 

Os alunos poderão trazer os bens alimentares entre 2 e 10 de dezembro e colocá-los numa caixa, própria para o efeito, na entrada. Haverá três pontos de recolha, na Portaria (para o Secundário e Colaboradores), na entrada dos alunos do 3.º Ciclo e na entrada dos de 2.º Ciclo.

 

 

Neste início do ano letivo 2020/2021, reforçamos a toda a Comunidade Educativa a importância das regras de acesso e permanência no colégio.

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Plano de Contingência

(Versão 7 de 05 de Novembro de 2020)

Código de proteção de dados pessoais em ensino a distância

 

Inscrições para ano letivo

2021-2022

 

Estão abertas as inscrições para o próximo ano letivo.

Aceda à secção Secretaria

 

 

Manuais Escolares 2020-2021

 

Aceda aqui às listas dos manuais escolares.

 

 

Revisão do nosso ano letivo, tendo em conta o Tema “Passar do meu ao nosso; da distância à proximidade e da ação à compaixão”.

Neste recordar de um caminho tão nosso, somos acompanhados por uma voz que nos une a todos! Boas Férias para todos!

 

 

 

 

 

 

 

O Gabinete de Psicologia partilha

"Boas Práticas para quem está em isolamento"

(in Ordem dos Psicólogos Portugueses)

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"5 Boas Práticas na Gestão do Tempo e do Estudo".  

Parabéns a todos os 70 alunos que participaram no 1.º Desafio lançado pelo Gabinete de Psicologia.

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"5 Boas Práticas para Lidar com a Ansiedade".  

Parabéns a todos os 77 alunos que participaram no 2.º Desafio lançado pelo Gabinete de Psicologia.

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"5 Boas Práticas para Evitar e Resolver Conflitos".  

Parabéns a todos os alunos que participaram no 3.º Desafio lançado pelo Gabinete de Psicologia.

 

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"5 Boas Práticas para "Desconfinar para as férias aproveitar".  

Parabéns a todos os alunos que participaram no 4.º Desafio lançado pelo Gabinete de Psicologia.

 

 

 

 

 

DIÁRIO DE GRAÇAS

À primeira vista, e partindo da nossa experiência concreta, nós diríamos que não tem nada a ver, porque a calamidade é uma espécie de lugar distópico, contrário de uma utopia: uma desgraça. E o tempo da graça é o inverso, é a utopia, é o tempo idealizado, é essa espécie de plenitude do desejo. Ora entre a linha da calamidade e a linha da graça, parece que há uma distância que não se vence. E que elas são duas paralelas destinadas a nunca coincidir. Porém, nós somos desafiados a encontrar e a construir interceções entre a linha distópica e a linha utópica, se quisermos, entre a linha da calamidade e a linha da graça.
Os gregos falavam do tempo como uma espécie de calamidade, porque o kronos é o titã que engole os seus próprios filhos – então essa experiência de devoração e de ameaça é alguma coisa que está inerente à nossa própria experiência do tempo. Mas eles usavam também outra palavra para designar o tempo - a palavra kairos - que significa tempo oportuno; o instante iminente; o lugar da própria revelação.
Somos desafiados a perceber que, dentro daquilo que nos parece ser apenas uma linha distópica, há espaço para alguma coisa se manifestar e para algo de bom poder acontecer. E aqui está o nosso grande desafio: a acreditar que não estamos condenados a viver nesta impossibilidade de cruzamento, mas que há, quotidianamente, interceções entre as duas linhas. Que, no fundo, representam este tempo agudo de crise que estamos a viver – mas, se quisermos, em linhas gerais representam também a nossa própria vida. E este é sobretudo um tempo de aprendizagem, penso eu... Nós temos de aprender a viver este momento. E um dos aspectos para mim mais significativos é permitir que, neste espaço de calamidade, o tempo da graça nos possa visitar.
Como é que o tempo da graça nos visita? Penso que esta epidemia, esta pandemia, vem introduzir dinâmicas que são anti-humanas, e por isso nos sentimos tão confinados, tão constrangidos, tão impossibilitados, tão desactivados. Porque nós somos seres comunitários, somos seres de relação, nós precisamos de tocar a vida, de sentir de uma forma táctil o próprio tempo, o espaço, as relações. E tudo isso, de certa forma, está suspenso, está vedado. Mas temos de inventar outra tactilidade para o mundo e para a vida.
Como é que o tempo da graça nos visita? Penso que nos visita sempre na vizinhança, na proximidade. Ainda que não possamos tocar, ou sair de casa, ou ir a determinado lugar, ou falar com determinada pessoa de forma presencial, a verdade é que há uma proximidade que podemos construir. Por exemplo, através da palavra, mas também através do pensamento, através da oração, através de formas de comunicação, de partilha de imagens – sejam as imagens exteriores, sejam aquelas imagens interiores.
Através da proximidade, de uma proximidade inventada e reinventada, o tempo da graça é capaz de visitar o tempo da calamidade. Mas também - e isso penso que a tradição bíblica nos ensina de forma muito clara - o tempo da graça também se manifesta pela surpresa. Dar lugar ao inesperado, dar lugar ao diverso, dar lugar à surpresa. E isso é alguma coisa muito importante.
Nestes tempos tenho-me interessado muito por ler, seja do ponto de vista religioso, seja até do ponto de vista judiciário, relatos de pessoas que estão habituadas a viver o confinamento. Um monge, por exemplo, está habituado: a sua natureza é o confinamento. Da mesma forma, um detido também tem os escassos metros da sua cela para viver o confinamento. E têm-me interessado muito esses relatos. Há duas coisas que vejo em comum entre aquilo que leio nos relatos de prisão e nos relatos dos mosteiros. Um é a importância - ao contrário daquilo que nós pensamos - da repetição. É muito mais fácil suportar um tempo que é igual. Isto é, que tem as horas certas, que tem os seus ritmos regulares, em que as coisas têm uma espécie de circularidade, de uma disciplina, de uma ascética. Isso torna o tempo muito mais suportável.
Mas há outra coisa em que ambos coincidem - é que em cada dia se deve aprender alguma coisa que não conhecemos. E isso é espantoso se pensarmos que há pessoas que vivem anos e anos da sua vida confinados a um pequeno espaço. Que coisas há para aprender naquele espaço? É uma pergunta que nos deve habitar. Porque se calhar há tantos recursos dentro de nós, que habitualmente não precisamos sequer de activar, que agora é o momento de os pôr em prática.


José Tolentino Mendonça

https://aosvossoslugares.com/

[…] o tempo da graça é capaz de visitar o tempo da calamidade…
o tempo da graça também se manifesta pela surpresa.
Dar lugar ao inesperado, dar lugar ao diverso, dar lugar à surpresa. […]

 

O Departamento de Pastoral do Colégio de Santa Doroteia desafia toda a comunidade educativa a escrever um Diário de Graças neste tempo de calamidade.

Alunos, Pais, Professores, Colaboradores e Irmãs são convidados a dar lugar à surpresa e a registarem diariamente na nossa página do Facebook  (nos comentários desta publicação) o que de bom experimentam…, o que têm aprendido…, o que descobriram…, o que gostariam de agradecer neste tempo diferente…

 

 

 

Informações sobre o Novo Coronavírus, COVID-19

Circular n.º 17 de 16 de Março

Circular n.º 16 de 13 de Março

Circular n.º 15 de 12 de Março

Plano de Contingência do colégio (atualização - versão 5 de 10-09-2020)

Informação da DGS - 11-03-2020

Circular n.º 14 de 9 de Março

Circular n.º 13 de 1 de Março

Circular n.º 12 de 28 de fevereiro;

Informação da DGS sobre as áreas afetadas em Itália;

Informação da DGS sobre procedimentos a adotar por cidadãos regressados de uma área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus;

Documentos informativos da Organização Mundial de Saúde (OMS): doc1; doc2;

Site da Direção-Geral de Saúde (DGS) sobre o Covid-19;

Página da DGS com comunicados atualizados sobre o surto de Covid-19;

Vídeo da OMS que explica como surgiu o vírus, como se propaga e quais as medidas de proteção;

Vídeo da DGS de apresentação de medidas gerais de proteção para o cidadão;

Vídeo da DGS com recomendações de medidas de proteção individual e coletiva na prevenção da infeção com COVID-19;

Cartazes para Escolas: cartaz1; cartaz2

 

Menos é Mais...

 


Dias Culturais

Estimados Encarregados de Educação, Estimados Alunos, Estimadas Irmãs, Professores e demais comunidade escolar, gostaríamos de vos convidar, mais uma vez, para a 5ª edição do Painel dos dias Culturais. Assim, o tema deste ano é MENOSÉMAIS – “- é +”
O grande desafio é … “saber dar sentido a tudo…usar com critério e sabedoria onde menos é mais… Porquê?
Para responder a esta questão, convidamos um conjunto de personalidades de diferentes áreas de intervenção, a Designer Rita Salgueiro, o Senhor Ministro do Ambiente João Pedro Matos Fernandes a actriz Oceana Basílio, O Dr. João Delicado e o Dr. Manuel Pinto Coelho, a fim de podermos ter visões diferentes, complementares e ilustrativas.
Parece que as tendências vão por aqui, menos dinheiro – mais tempo, menos quantidade - mais qualidade, menos redes - mais relação, menos distância – mais proximidade, menos luxo – mais simplicidade, menos sofisticação – mais autenticidade … que embrulhada! E que tal se voltássemos a dar vida ao que vale a pena, ao móvel que se herda e tem história, ao livro que se lê e relê, ao gosto pela poesia e pelo belo sem ter medo do que os amigos das redes pensam sobre o meu estilo de vida, que me importa se estou ou não estou na rede? Que dirão se gostar de estar comigo mesmo, com as minhas coisas e com os meus silêncios? Que pensarão se eu disser que gostava de me conhecer? Importa-me ter rede, sim, mas uma rede sólida de amizades escolhidas e construídas para uma relação presencial e de afetos. Vamos a isso? Venham aprender a conjugar o verbo “DESTRALHAR”....


 


Dias Culturais - Departamento de Português

 

 


Hoje é Domingo para a Comunidade Educativa

O Colégio relembra a Eucaristia Hoje é Domingo para a Comunidade Educativa, preparada pelos Pais, Alunos e Grupos de Catequese do 2.ºCiclo, que terá lugar no próximo sábado, dia 8 de fevereiro, às 19h00, na Capela.
Esperamos por todos para celebrar o V do Tempo Comum.

 

 

 


IFC 2019

No âmbito da disciplina "Inspira - te, Faz e Cria" (IFC), o Colégio terá a visita de Catarina Furtado para a dinamização de uma atividade com o 12.º ano.

 

 

 

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16 de junho de 1866

Partiram de Génova, com destino a Portugal, três Irmãs Doroteias que, depois duma viagem acidentada, chegaram a Lisboa no dia 16 de junho de 1866.

Instaladas provisoriamente em casa duma família, “ao anoitecer do dia 5 de Julho de 1866, numa quinta-feira simples, sem título que a recomendasse, as três fundadoras, discretamente, entraram na sua casa”.

Era uma casa enorme, degradada e desconfortável, “na nudez do seu mobiliário: seis camas, seis cadeiras, seis mesa de cabeceira, duas mesas para o refeitório e alguns utensílios de cozinha e refeitório, regista o Diário .
 

 

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No mistério da noite, nascia pobremente o Colégio do Quelhas e com ele a Província Portuguesa das Irmãs de Santa Doroteia: no silêncio, como a semente que germina e será arvore, no segredo, como dormem as fontes ignoradas que um dia acordarão em torrentes”.

 
Ir. Maria do Céu Nogueira, História da Província Portuguesa das Irmãs de Santa Doroteia, Linhó 1967


Faz hoje 150 anos que as Irmãs Doroteias chegaram a Portugal.

Aproveitamos para informar que já está disponível a plataforma europeia Educa-dor comum a todos os Centros Educativos da Europa.

Obrigada a todos os que partilham connosco este tesouro e esta História.


A Direção.
 

 

 

Na abertura das comemorações dos 150 anos foi assim...

 

 

 

Entrevista à irmã Lúcia Soares sobre os 150 anos das Irmãs Doroteias em Portugal.

 


 

 
Um Tesouro a Descobrir. Uma história a Agradecer.

 

 

 

Aconteceu no colégio...

Visite a secção "Aconteceu no colégio..." e fique a par das novidades do nosso colégio.

 

 

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NOTÍCIAS DO COLÉGIO

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n.º 190

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"Educar bem as crianças

é transformar o

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à verdadeira vida"

 

Paula Frassinetti    

 

 

 

              

 

 

    

 

 

     

 

 

 

 

 

 

 

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